Hervázio sai do páreo pela presidência da AL e apoia Galdino

Hervázio sai do páreo pela presidência da AL e apoia Galdino

Listado entre os prováveis postulantes à presidência da Assembleia Legislativa para a legislatura do próximo ano, o deputado Hervázio Bezerra, líder do governo Ricardo Coutinho, descartou a pretensão e hipotecou apoio à candidatura do deputado Adriano Galdino, que já comandou a Casa e quer voltar a fazê-lo. Ambos integram as fileiras do PSB, legenda que ampliou consideravelmente a bancada estadual. Sem a confirmação da pretensão de Hervázio, a corrida pela presidência concentra-se, agora, em torno de nove deputados.

Para algumas fontes políticas, um dos bem posicionados para alçar à presidência é o deputado Athaydes Mendes (Branco). Em entrevista, ontem, ao “Correio Debate”, do Sistema Correio de Comunicação, Hervázio arriscou o palpite de que a bancada de sustentação oficial chegará a 25 ou 26 deputados até o dia primeiro de fevereiro. São esses parlamentares que vão dar respaldo ao governador eleito João Azevêdo, do PSB. Diz Hervázio: “A vitória de João Azevêdo aponta para aeclosão de novos tempos. Não adianta ser sozinho e querer remar contra a maré. A Paraíba passa por um grande momento e as urnas deram uma lição, uma resposta”, enfatizou ele.
O líder confessou que tem recebido telefonemas de alguns parlamentares pedindo voto para a presidência da AL, hoje sob a batuta do deputado Gervásio Maia, que foi eleito para a Câmara Federal. “Eu não escondo de ninguém a amizade que tenho com Adriano Galdino e tenho motivos para isso. É um amigo irmão, que já se lançou candidato. Já ajudei desde a eleição passada e ajudarei mais uma vez”, compromete-se ele. Hervázio teve o cuidado de acentuar que se trata de uma manifestação pessoal e que a decisão caberá, mesmo, ao colegiado.

Enquanto isso, o deputado Bruno Cunha Lima (SD), que tentou uma vaga na Câmara Federal nas últimas eleições sem êxito, disse que o resultado não o deixou frustrado e avisou que não descarta concorrer à prefeitura de Campina Grande em 2020. “Disputar a prefeitura pode ser, sim, uma alternativa, não vou negar isto. Eu sempre disse que o jogador de base, quando entra para jogar num time, de qualquer cidade pequena, sonha em jogar na seleção brasileira e acho que qualquer político que se preze tem o desejo de governar sua cidade”, comparou Bruno, que alcançou 44.143 votos à Câmara mas não conseguiu ficar entre os 12 parlamentares que compõem a bancada paraibana.

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