Palácio da Redenção vai ser transformado em Museu Histórico

Palácio da Redenção vai ser transformado em Museu Histórico

O governador João Azevêdo (PSB) está disposto a levar à frente um projeto de recuperação da estrutura do Palácio da Redenção – sede oficial do Governo, na Praça dos três Poderes, onde divide espaços com o Tribunal de Justiça e a Assembleia Legislativa. O interesse de Azevêdo é o de transformar o Palácio da Redenção num Museu Histórico. Já há alguns anos o Palácio é utilizado, principalmente, para solenidades oficiais, reuniões de secretariado e recepções formais a autoridades que visitam a Paraíba. Os governadores valem-se da Granja Santana ou do Palácio dos Despachos, no Centro Administrativo, em Jaguaribe, para audiências e despachos.

Na última terça-feira, em Brasília, o governador João Azevêdo se reuniu com o diretor do Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Andrey Rosenthal, com quem discutiu a recuperação das instalações do Palácio da Redenção. O chefe do Executivo explicou que o governo da Paraíba pretende viabilizar até o final do ano um projeto que torne o monumento um espaço de visitação pública. “Estamos dando os primeiros passos. Nós sabemos da importância dele para o Estado e queremos ampliá-lo para uma função de exposição, no estilo de um grande Museu, para contar a história da Paraíba”, revelou.

O colunista e imortal Abelardo Jurema, do “Correio da Paraíba”, ao dar a notícia, hoje, comentou: “A ideia do governador não poderia ser melhor para garantir a integridade de um dos nossos mais importantes monumentos históricos”. Abelardo, aliás, afirma: “A coluna entende que está mais do que na hora de retirar do Palácio da Redenção as suas atividades administrativas ou de Governo, excetuando-se recepção a diplomatas ou autoridades nacionais, transformando o prédio centenário num Museu Histórico da Paraíba. Vá em frente, governador!”. O Palácio da Redenção já serviu como residência de governadores, até que na década de 60 o governador João Agripino Filho viabilizou a compra de um espaço em Miramar que passou a se tornar Granja Santana, residência oficial dos governadores. Um dos gestores a não residir na Granja foi Cássio Cunha Lima, do PSDB, que a utilizava apenas para despachos administrativos.

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